Como este site mede a conversão

As conversões partem da taxa PTAX de fechamento publicada pelo Banco Central do Brasil. A faixa do trimestre usa as cotações de fechamento de cada dia útil dos últimos três meses. As contas não incluem o spread da instituição, a tarifa do serviço nem impostos.

Por que a diferença é mostrada em dólares

A diferença entre o melhor e o pior fechamento do trimestre é expressa em dólares porque é assim que ela aparece na conta de quem envia dinheiro. Uma porcentagem seria a mesma em todas as linhas da tabela, já que a variação relativa não muda com a quantia. Em dólares, o leitor vê o impacto direto no bolso: quantos dólares a mais ou a menos chegam do outro lado por causa da data escolhida.

Mostrar a diferença em dólares também evita a falsa impressão de que a porcentagem é o que importa. Para quem envia poupança, o valor absoluto é o que conta. A tabela ao vivo já faz esse cálculo para a quantia que o leitor digitar, e o texto explica o mecanismo em palavras, sem repetir números.

A faixa do trimestre usa as cotações de fechamento de cada dia útil dos últimos três meses, publicadas pelo Banco Central. Esses dados vêm do serviço de dados aberto do próprio banco, sem intermediação. Cada leitura é conferida contra uma cotação internacional de fonte independente; diferença acima de três por cento faz a leitura ser recusada.

O trimestre é uma janela curta o suficiente para refletir as condições recentes do câmbio, mas longa o bastante para incluir variações relevantes. O leitor vê o intervalo real de fechamentos, não uma média ou uma estimativa. Isso dá uma noção concreta do risco de escolher uma data sem olhar o histórico recente.

Quais cotações entram na faixa do trimestre

A faixa do trimestre considera apenas os dias úteis em que o Banco Central publicou uma cotação de fechamento. Feriados e fins de semana ficam de fora porque não houve fechamento oficial. Cada cotação é a PTAX de venda, usada como referência para operações de câmbio.

As cotações são lidas diretamente do serviço de dados abertos do Banco Central. Não há ajuste, suavização ou exclusão de dias atípicos. Se um dia teve um salto forte, ele aparece na faixa. Isso é deliberado: o leitor precisa ver o pior e o melhor cenário reais, não uma versão filtrada.

O que a conta deliberadamente deixa de fora

As contas não incluem o spread da instituição, a tarifa do serviço nem impostos. Nenhum desses valores é publicado em base aberta, e nenhum é estimado aqui. O spread entre compra e venda do próprio Banco Central aparece como referência de tamanho, para que o leitor compare com o peso da data.

Deixar esses valores de fora não é uma limitação, mas uma escolha de clareza. O spread de cada banco ou corretora varia conforme o cliente e o canal, e publicar um número médio seria enganoso. O site mostra a taxa oficial e deixa claro que a taxa final cobrada será diferente.

Como uma leitura ruim é barrada antes de virar página

Cada leitura da PTAX é conferida contra uma cotação internacional de fonte independente. Se a diferença for superior a três por cento, a leitura é recusada. Também são barradas cotações fora da faixa de três a dez reais por dólar, venda menor que compra, ou salto acima de oito por cento entre leituras.

Essas regras não garantem que a cotação esteja correta, mas evitam que um erro grosseiro de dados chegue à página. O processo é automático e não depende de julgamento humano. Se uma leitura falha, ela simplesmente não é gravada, e a página continua mostrando a última leitura válida.